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Next Implementos

A Next Implementos, fundada em 2012, é uma das principais fabricantes brasileiras de equipamentos para

trabalho em altura e implementos rodoviários, com atuação em todo o Brasil e em diversos países da América Latina. ​ Especializada em soluções para os segmentos de energia, construção, telecomunicações, saneamento e serviços, a empresa desenvolve equipamentos com foco em segurança, confiabilidade e produtividade. ​ Com ampla experiência no mercado, a Next busca compreender as necessidades operacionais de seus clientes, oferecendo soluções alinhadas às exigências técnicas e às melhores práticas de segurança para as atividades do dia a dia.

Fonte das Informações: Site do  fabricante

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José Roberto Waikamp
waikamp@dominusguindastes.com.br
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SOMAQ GUINDASTES

 

Fabricante iniciou suas atividades em 2022 com  Fabricação de máquinas e equipamentos para a

agricultura e pecuária, além de peças e acessórios (exceto para irrigação).Situação cadastral: 


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Muzeka Guindastes

Na Muzeka Guindastes, nossa missão é fornecer equipamentos de elevação de cargas que unem robustez,

tecnologia e segurança, projetados para atender às demandas mais exigentes da construção civil, indústria e serviços especializados. Cada guindaste que sai da nossa linha reflete um compromisso sólido com durabilidade, desempenho e confiabilidade. 
Desde a nossa fundação em março de 2021, em Goioxim – PR, atuamos como fabricante de máquinas, equipamentos e acessórios para transporte e elevação de cargas, sempre com foco em engenharia de alto padrão e componentes de qualidade superior.








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Tochetto Implementos

Em meados de 2008, sentindo a necessidade de máquinas mais tecnológicas para sua atividade na

agricultura com gado leiteiro, Leonir Tochetto começou a desenvolver seus próprios equipamentos em software CAD. Para atender essa demanda, montou uma pequena oficina ao lado da sala de ordenha, iniciando assim a empresa que hoje conhecemos como Tochetto Implementos. No início, a empresa prestava serviços de manutenção e fabricava pequenas máquinas e dispositivos para agricultura local. Para aprimorar seus conhecimentos e oferecer um serviço mais especializado, Leonir Tochetto fez cursos de especialização na área metal-mecânica. Com o tempo, a Tochetto Implementos começou a ganhar força, desenvolvendo projetos que antes eram encontrados apenas em regiões distantes. Em 2013, a empresa deu um grande passo ao iniciar o primeiro projeto de guindaste veicular, que hoje é seu principal produto de venda. Desde então, a empresa tem evoluído constantemente, desenvolvendo novos projetos de modelos maiores, com capacidade de carga de até 50 toneladas. A empresa tem como foco a qualidade, tecnologia e praticidade em seus projetos, buscando sempre evoluir e proporcionar aos clientes produtos de maior qualidade, tecnologia e segurança. A satisfação de nossos clientes é uma prioridade, e a Tochetto Implementos está sempre disposta a atender da melhor forma possível, tanto no pré-venda com visitas a campo, quanto no pós-venda com assistência técnica, fazendo visitas na casa do cliente. Com reconhecimento pela qualidade nos seus produtos, a empresa visa expandir sua atuação no mercado nacional, sempre guiada pelos valores que preza: qualidade, tecnologia, segurança e satisfação do cliente.



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Hydromax Guindastes

  A Hydromax Guindastes nasceu com o propósito de transformar a forma como diferentes setores
realizam a elevação e movimentação de cargas. Combinamos engenharia nacional e tecnologia de alto padrão para criar guindastes hidráulicos que unem força, precisão e durabilidade, garantindo performance superior e segurança em todas as operações. Mais do que fabricar equipamentos, a Hydromax entrega soluções completas com foco em eficiência, confiabilidade e suporte técnico especializado.


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TCH Guindastes

      A TCH Guindastes é uma marca brasileira focada no desenvolvimento de guindastes hidráulicos 

veiculares (conhecidos como caminhões munck) e sua trajetória está diretamente ligada à evolução de uma oficina metalúrgica regional no interior do Paraná 
  A Origem: Tornearia CambiraA empresa começou suas atividades como Tornearia Cambira e Hidráulico. Localizada na cidade de Cambira, no Norte do Paraná, ela iniciou prestando serviços essenciais de usinagem, tornearia, soldagem pesada e manutenção de sistemas hidráulicos para maquinários agrícolas e caminhões da região. A razão social oficial por trás da marca é Bengozi e Clemente Ltda, fundada originalmente em 2005 

  O Nascimento da Marca TCH Com a alta demanda por equipamentos de movimentação de carga e o conhecimento técnico acumulado em hidráulica pesada, os fundadores decidiram dar um passo além da manutenção. Eles passaram a projetar e fabricar sua própria linha de equipamentos. Foi assim que nasceu a marca TCH Guindastes (com as letras fazendo alusão à "Tornearia Cambira Hidráulicos"). A empresa expandiu seu portfólio para fornecer equipamentos novos diretamente de fábrica, construindo guindastes articulados veiculares que variam de capacidades compactas (como modelos de 7,5 toneladas) até maquinários de grande porte (com capacidades de 30 toneladas ou mais) A qualidade dos equipamentos fez com que a TCH Guindastes deixasse de ser apenas uma oficina local para se tornar uma indústria associada a órgãos nacionais de relevância, integrando por exemplo a base de dados de fabricantes da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Equipamentos Customizados: Fabricação de guindastes tipo munck adaptados para o setor florestal, de construção civil, eletrificação e agronegócio 

 O encerramento: A Fábrica encerrou suas atividades em 2025


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MachMetals

A MachMetals nasceu para suprir outra empresa do grupo com serviços de caldeiraria e fabricação de

equipamentos voltados à movimentação de cargas e resíduos. Fizemos tão bem o nosso trabalho que abrimos para todo o mercado, ampliando a missão de proporcionar mais segurança e agilidade nos processos de nossos clientes e parceiros. Hoje nos orgulhamos do alcance que já conseguimos, atendendo profissionais e empresas de diversas áreas de atuação, tamanhos e regionalidades. Todos com o mesmo problema: Eliminar a cultura do jeitinho na movimentação de cargas e resíduos em suas empresas.



 Fonte das Informações: Site do próprio fabricante


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RT Maq Guindaste

 A RT Maq Guindastes é especialista no desenvolvimento de guindastes de fácil operação, atuando


comfoco em inovação, qualidade e desempenho para atender às demandas de elevação e movimentação de cargas em diferentes setores. A empresa chegou ao mercado com o propósito de oferecer soluções robustas, eficientes e confiáveis, unindo conhecimento técnico, experiência prática e um compromisso constante com a evolução do segmento. Com a experiência de mais de 14 anos de seus fundadores, a RT Maq se destaca por desenvolver equipamentos que aliam resistência, segurança e versatilidade, atendendo aplicações nos setores agrícola, de transporte, construção civil, mineração, serviços ambientais e manuseio de materiais. Seu portfólio reflete uma atuação orientada pela excelência operacional e pelos mais altos padrões de qualidade, sempre buscando entregar soluções que agreguem produtividade e confiança ao cliente. Além de disponibilizar uma linha completa de equipamentos, a empresa mantém um processo rigoroso de desenvolvimento e qualidade, oferecendo garantia de 1 ano e assistência vitalícia para sua linha de peças genuínas. Com atendimento em todo o território nacional, a RT Maq Guindastes reafirma seu compromisso em fornecer soluções completas, suporte técnico e relações duradouras com clientes e parceiros.




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Olivo Guindastes - SC

         Atuando como fabricante de guindastes, o Grupo Olivo conta com mais de 25 anos

de experiência no segmento metal mecânico. Em 2020, ampliamos nossa atuação com a criação da Olivo Guindastes, oferecendo uma linha diversificada de guindastes, incluindo modelos articulados compacto, trave, canivete, cesto aéreo, pedreira, sucateiro e florestal. E também a linha de carroceria, nas séries leve, média e pesada. Cada equipamento é projetado e fabricado por uma equipe que possui amplo conhecimento e experiência na área, proporcionando confiabilidade e alto padrão de qualidade. Buscamos sempre a inovação, tecnologia e praticidade para entregar aos nossos clientes um produto durável e qualificado, que irá atender suas necessidades e trazer a solução para seu trabalho. Nosso grupo está localizado no sul do estado de Santa Catarina na cidade de Siderópolis, com uma área fabril de 30.000m². Atualmente atendemos os 27 estados brasileiros, entregando a nossos clientes eficiência e segurança com nossos produtos e ainda a instalação do mesmo.


Fonte:  "site do Fabricante"


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Duramix

 A Duramix é uma empresa especializada em guindastes e implementos rodoviários, com anos de
experiência no mercado. Fundada com a visão de atender uma demanda não explorada na região, nos dedicamos a fornecer produtos de alta qualidade e eficiência, sempre com transparência e foco no cliente. O sucesso da Duramix está enraizado em nosso compromisso com a excelência e o atendimento ao cliente. Nosso foco é fornecer equipamentos robustos e de alto desempenho, superando as expectativas do mercado. Estamos em constante evolução, buscando novas tecnologias e métodos para aprimorar nossos serviços.




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AIZ CRANES

           








Uma empresa Brasileira, Paranaense,  parte de um grupo, (AIZ) que fabrica, implementos, peças,


serviços de reforma, customizações, revenda e logística. Possui estrutura de atendimento com cobertura nacional.









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AIZ CRANE

    A curitibana iniciou a fabricação de Guindastes em meados de 2020 após adquirirem 20 unidades fabricados pela TKA Guindastes, após montarem os conjuntos em acminhões adquiruram um projeto e iniciaram a fabricação. AIZ Crane é um composto de várias empresas e departamentos que integram soluções em fabricação de equipamentos, implementos, peças, serviços de reforma, customizações, revenda e logística. 

Possui estrutura de atendimento com cobertura no Brasil, todo o território Brasileiro.





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Vetter


História

1889 - 1933

 1ª geração O jovem ferreiro mestre Arnold Vetter fundou a empresa "Eisenkonstruktions-Werkstätte Arnold Vetter" em 1889 com 23 anos de idade. Ele começou a reparar “Grubengezah” (ferramentas de mineração) para a mina de minério “Eisenerzgrube Eisenzecher Zug”, seu antigo empregador. A ascensão da jovem empresa começou com a invenção de uma tradição de inclinação, da qual um total de 48.000 foram produzidos em 1931. Arnold Vetter se posicionou como fornecedor para a florescente indústria de mineração e metalurgia. Até 80 pessoas foram empregadas no pico.

 

1933 - 1962

2ª geração Depois que Arnold Vetter faleceu em 1933, seu filho mais velho, o engenheiro Albert Vetter, assumiu a administração. Ele especializou a empresa na fabricação de sistemas de içamento de eixo em mineração de minério e carvão, em particular cestos de içamento, navios de transporte e caçambas de depósito. As entregas foram feitas a toda a indústria mineira europeia. A empresa VETTER tornou-se conhecida nos círculos de mineração relevantes graças ao seu alto nível de especialização e boa qualidade. Albert Vetter morreu em 1962.

 

1962 - 1991
3ª geração Em 1962, com 23 anos, Klaus Th. Vetter assumiu a gestão da Arnold Vetter KG. O início da crise mineira obrigou-o muito rapidamente a encontrar novos produtos e a apresentá-los ao mercado. Os primeiros guindastes giratórios para a indústria de processamento e garfos para a indústria de empilhadeiras foram fabricados já em 1964. Após grandes dificuldades iniciais, os primeiros sucessos de mercado foram alcançados no início dos anos 1970 e desde o início dos anos 1980 a VETTER foi um dos fabricantes consagrados de guindastes giratórios e garfos no mercado europeu. A reunificação alemã em 1989 trouxe um rápido desenvolvimento contínuo para o grupo de empresas VETTER. As capacidades da antiga fábrica principal em Siegen-Eiserfeld não estavam nem perto do suficiente, então foi tomada a decisão de realocar a fabricação de braços de garfo para um novo local. Em 1990, a primeira fase de construção foi instalada em Burbach, distrito de Siegen-Wittgenstein, incluindo a administração associada

 

3ª - 5ª geração Em 1991, Arnold Vetter se tornou a 4ª geração; Junto com seu pai, Klaus Th. Vetter, ele desempenhou um papel importante na construção de toda a empresa. Devido ao bom desenvolvimento, a empresa foi dividida sob a égide de Arnold Vetter KG nas áreas de VETTER Krantechnik GmbH, VETTER Kranservice GmbH e VETTER Industrie GmbH (anteriormente VETTER Umformtechnik GmbH). Nos anos que se seguiram, a fábrica da VETTER Industrie GmbH em Burbach foi expandida em vários estágios para se tornar a fábrica de garfos mais moderna da Europa. Em 2007, a planta VETTER Krantechnik começou a ser realocada de Siegen-Eiserfeld para Haiger / Hessen, diretamente na autoestrada A45. A fábrica de guindastes giratórios mais moderna da Europa foi construída aqui em uma localização central em vários estágios de expansão. Em 2013, o grupo de empresas foi cindido na 4ª e 5ª geração no âmbito da sucessão, de modo que hoje existem duas participações societárias administradas pelos proprietários que ainda são 100% familiares: VETTER Holding AG Empresa: VETTER Krantechnik GmbH e VETTER Kranservice GmbH Família do proprietário: Klaus Th. Vetter e Prof. Dr. Martin Vetter VETTER Group GmbH Empresa: VETTER Industrie GmbH (anteriormente VETTER Umformtechnik GmbH) Família do proprietário: Arnold Vetter O grupo de empresas VETTER se desenvolveu com grande sucesso e é um dos fornecedores líderes na Europa e em todo o mundo, tanto para sistemas de guindaste quanto para garfos.



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Biedenbach Crane

W.BIEDENBACH, A FORTE COMPANHIA DE LEIPHEIM
 Walter Biedenbach GmbH, com sede em Leipheim, foi fundado em 1997. Não apenas por causa da parceria de longo prazo com nossos clientes, nos tornamos uma empresa de serviços eficiente em várias áreas. O sucesso de nossos clientes também é nosso sucesso. Esta é a base para uma cooperação de longo prazo. Portanto, atribuímos grande importância a uma cooperação bem-sucedida e de longo prazo com nossos clientes e parceiros. 
 Nossos funcionários são a base de nosso desempenho e qualidade. Eles contribuem diariamente com suas qualificações profissionais e anos de experiência para o sucesso de nossos clientes e da empresa.




Fonte das informações: Site do próprio Fabricante





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Boecker

 


Em 1958, Albert Böcker fundou uma empresa de construção de aço e equipamentos em Werne, Vestfália, da qual surgiu a Böcker Maschinenwerke GmbH, agora com operação global. A história da empresa foi moldada pela inovação e tradição desde o início. A seguir, compilamos os destaques de mais de 60 anos de Böcker. 
1958-1969 Os anos de fundação Da oficina de forja ao primeiro elevador hidráulico com uma dobra dupla

1970-1979 Expansão e crescimento A caminho de Olympia e para o mundo

1970-1979-1980-1989 Inovações em avanço Do ALP-Lift ao lançamento no mercado do primeiro guindaste sobre caminhão em alumínio leve.

1990-1999 Qualidade certificada feito na Alemanha A empresa familiar está na segunda geração

2000-2009 A rede de serviço mais densa O principal empregador abre novas filiais na Alemanha e na Europa

2010-2019 Na terceira geração a caminho de novas alturas Tecnologia inovadora de guindaste em construção de alumínio-aço

2020 - hoje Digital, eficiente e sustentável no futuro Mirando alto com acionamento elétrico e BöckerConnect.



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Paus


1968  - Fundado por Hermann Paus em Emsbϋren Alemanha

2002  - Os filhos, Wolfgang e Franz-Josef Paus continuaram a gestão da empresa

Paus atualmente emprega mais de 250 pessoas

A Paus é uma empresa de engenharia, fabricante e inovadora, reconhecida mundialmente por suas máquinas movidas a diesel.

Desde a fundação em 1968, a Hermann Paus Manufacturer GmbH tem expandido constantemente sua linha de produtos, cobrindo áreas como tecnologia de elevadores, máquinas de construção, veículos industriais e, especialmente, veículos de mineração e túneis.

O principal mercado para produtos Paus, especialmente máquinas de mineração, ainda na Rússia; resultando na fundação da subsidiária “OOO Paus, Moscou”. Outros mercados importantes estão localizados nas Américas, com parceiros de cooperação na América do Norte e na América Latina.



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Rosseti

 


Oficina mecânica de Sertãozinho (SP), fabrica artesanalmente guinchos hidráulicos autopropelidos sobre chassis de caminhão usados. Após eliminada a cabine do veículo, a posição do volante e o sentido de marcha são invertidos e uma plataforma metálica é construída sobre o chassi; sobre ela é montado o guincho (para 5 t, com lança de 8,0 m) e posicionada uma rústica cabine aberta. O motor é protegido por capô e grade de radiador igualmente metálicos.


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Villares

 
A Indústrias Villares S.A., de São Paulo (SP), hoje concentrada na área de aços especiais, já se constituiu em um grupo industrial diversificado, atuante nos setores de mineração, metalurgia, mecânica, material elétrico e de transporte (locomotivas, elevadores Atlas). Foi importante fabricante de guindastes e, na área dos transportes públicos, a principal responsável pelo desenvolvimento do trólebus nacional. Através de sua subsidiária Atlas, a Villares foi a fornecedora dos comandos elétricos e do motor de tração do primeiro ônibus elétrico fabricado no Brasil (o modelo AA), ainda sob licença estrangeira. Apresentado ao Presidente da República em 1958, o veículo já apresentava 85% de conteúdo nacional (apenas eixos, freios e sistema de direção foram inicialmente importados). Aquela foi uma iniciativa da empresa, que criou a Trolleybus Villares S.A. em associação com a Grassi, adquirindo nos EUA a tecnologias veicular e elétrica necessárias, respectivamente junto à Marmon-Herrington e à Westinghouse. Os primeiros trólebus foram colocados em operação no Município de Araraquara. Houve também encomendas de Porto Alegre (200 unidades), Recife (130), Belo Horizonte (70) e Piracicaba (10), além das cinco de Araraquara; a maior parte delas, porém, seria reduzida ou simplesmente cancelada. Por falta de demanda, a Trolleybus Villares foi encerrada em 1961. Já no ano seguinte, porém, a Villares seria chamada a participar do desenvolvimento do segundo projeto brasileiro de ônibus elétricos, desta vez o Massari TTPA, com chassi FNM, comparecendo com os componentes elétricos. Em mais duas ocasiões a empresa forneceria para Araraquara (1977 e 1981), consorciada à Caio e Massari, no primeiro caso, e à Caio e Scania no último, estas participando com carrocerias e chassis. A partir de 1985 seria a responsável pelos motores de tração e equipamentos eletroeletrônicos de controle de velocidade (já agora do tipo chopper, muito mais atualizados) dos modernos elétricos produzidos pela Mafersa. Ainda em 1985 participou da construção de um dos três protótipos de trólebus articulados encomendados pela CMTC. Dois anos depois, por fim, foi contratada pela Mercedes-Benz para fornecer os sistemas elétrico e de tração do ônibus elétrico que o fabricante alemão então testava no Brasil. Em paralelo com esta inglória luta por espaço para a tração elétrica no transporte urbano brasileiro, a Indústrias Villares, por meio de sua Divisão Equipamentos, penetrava com força no mercado de máquinas para movimentação de terra e de materiais, além de pontes rolante e talhas elétricas. Firmando licença de fabricação com a norte-americana P&H, em 1957, no ano seguinte iniciou a produção de escavadeiras mecânicas, draglines e guindastes mecânicos sobre esteiras, chegando em 1966 a três modelos, respectivamente com peso total de 22,1, 35,3 e 72,8 t: 315 (motor Perkins de 90 cv), 525 (Mercedes-Benz de 130 cv) e 955 A (Cummins de 210 cv). Quanto às pontes rolantes, cuja produção foi iniciada em 1959 e em três anos alcançava 100% de nacionalização, mais de 450 unidades haviam sido entregues até 1967. Antes do final da década foram também agregados modelos sobre pneus, com torres de treliça e telescópicas. Ao final dos anos 70 a gama alcançava duas dezenas de modelos e versões. Os equipamentos sobre esteiras tinham capacidade entre 15 e 95 t e lanças de até 57 m de comprimento; a linha sobre pneus era composta de 12 modelos, entre 12 e 75 t e alcance de até 45 m. As máquinas sobre pneus eram de duas categorias: guindastes hidráulicos ou mecânicos montados sobre caminhão (linha TC) e guindastes hidráulicos 4×4 autopropelidos (linha VG), com cabine fixa ou solidária à lança. Os primeiros eram montados sobre chassis 6×4 Scania, recebendo moderna carroceria da própria Villares e motor Perkins de 107 cv para acionamento do guindaste. Na década de 80 a Villares teve participação ativa na nacionalização das escavadoras mecânicas pesadas Bucyrus para mineração, tipo dragline, equipando-as com conjuntos motogeradores, painéis de controle e locomoção e demais equipamentos elétricos; a Ishikawajima, responsável pela montagem final, construiu os componentes estruturais. Ainda na área automotiva, por algum tempo a Villares alimentou o projeto de produzir em série motores a álcool. A empresa já fabricava motores diesel de altíssima potência para embarcações, com até 3.000 cv, mas dessa vez sua intenção era contribuir com o programa federal de economia de petróleo fornecendo unidades a álcool para equipar ônibus urbanos. O projeto, anunciado em 1979, que contava com a tecnologia desenvolvida pelo CTA, previa início de fabricação em 1981. A recessão do início da década de 80, entretanto, inviabilizou também estes planos. Os guindastes hidráulicos permaneceram em produção até a década seguinte, quando foram inviabilizados pela abertura das importações do governo Collor.



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EMAQ

Estaleiro naval fundado em 1944, no Rio de Janeiro (RJ), e desde 1966 instalado na Ilha do Governador,

a Emaq participou ativamente do Programa de Construção Naval do governo federal, que na década de 70 elevou o Brasil à posição de segundo maior construtor mundial de embarcações, atrás apenas do Japão. A partir de 1974, tentando se proteger da já previsível instabilidade do setor, a empresa procurou diversificar a atuação, construindo nova unidade industrial em Magé (RJ) e firmando contratos de transferência de tecnologia para a fabricação de locomotivas diesel-elétricas MLW-Alco (de origem canadense) e guindastes sobre pneus. Produzidos sob licença da norte-americana Koehring Co., os primeiros guindastes foram entregues em 1976, já com cerca de 79% de conteúdo nacional. Eram modelos Bantam Telekruiser S-628, com lança telescópica e capacidade para 18 t, equipados com motor Detroit Diesel. Naquela altura a empresa já obtivera autorização do CDI para produzir mais dois modelos Koehring – um guindaste de menor porte, também telescópico sobre rodas (S-626, para 15 t), e uma escavadeira hidráulica. Anos depois, já em 1984, a empresa lançou mais um equipamento autopropelido, fornecendo as primeiras dragas anfíbias do país (modelo H-400-4), 100% nacionais, porém sob licença de uma firma holandesa. Projetada para operar em regiões pantanosas movimentando-se por seus próprios meios, a máquina possuía transmissão hidráulica que movimentava quatro pernas mecânicas e acionava suas grandes rodas, que também tinham a função de flutuadores. Naquela altura, porém, a indústria naval brasileira entrava em recessão; dois anos depois a crise já se encontrava profundamente instalada na Emaq. Em meio a atrasos de pagamento e ameaça de greve dos trabalhadores, a empresa buscava soluções, quer através da associação com grupos mais fortes, quer pelo ingresso na indústria bélica (falava-se na fabricação de carros de combate e veículos de combate a incêndio em aeroportos – modelo, aliás, seguido pela Verolme). No entanto, também as verbas das Forças Armadas vinham minguando aceleradamente, inviabilizando o desenvolvimento e encomenda de novos equipamentos. Ainda em 1986 a Emaq apresentou pedido de falência; a fábrica de Magé foi paralisada e a produção de equipamentos definitivamente suspensa; dezenas de locomotivas, já vendidas, não foram concluídas. No início do governo Collor, os estaleiros Emaq e Verolme foram comprados pelo polêmico investidor Nelson Tanure (conhecido pela prática de adquirir empresas em dificuldade a preços baixos e revendê-las com lucro, sem recuperá-las); em 1994 foram ambas fundidas com o estaleiro Ishikawajima. Com a débacle do setor naval brasileiro, as instalações da Emaq na Ilha do Governador foram desativadas, ficando ociosas até 1995, quando foram arrendadas à Eisa – Estaleiros Ilha S.A., que as utilizam até hoje.




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Marcoplan

Marca das empilhadeiras fabricadas pela Marcon, Portolan & Cia. Ltda., de Caxias do Sul (RS),

fundada em 1967 por José Marcon e Ary Paulo Portolan, dois ex-sócios da Madal, da qual se afastaram no ano anterior. Embora inicialmente tenha se anunciado como “oficina mecânica especializada em conserto de tratores“, a empresa já iniciou sua trajetória construindo máquinas pesadas. Dois anos depois redefiniria seu âmbito de atividades como “fábrica de implementos hidráulicos, agrícolas e rodoviários“. Os primeiros equipamentos pesados produzidos pela Marcoplan foram as empilhadeiras MP-E3-00 e MP-E7-00, para 3,0 e 7,0 t e elevação até 5,0 m. Fabricadas segundo projeto próprio, a primeira era equipada com motor Willys de 57 cv a gasolina e, a segunda, com opção de motor Chevrolet a gasolina (142 cv), Mercedes-Benz (94 cv) ou Perkins (110 cv). Estas foram das primeiras empilhadeiras brasileiras a diesel (até então as máquinas utilizavam somente gasolina como combustível). Ambas traziam direção hidráulica e caixa de câmbio Chevrolet de quatro marchas (a máquina de 3,5 t com reversão). Em 1968 os equipamentos ganharam nova nomenclatura: MPE 3-00-00 e MPE 7-00-00. No ano seguinte foi introduzida a versão MPE 8-00-00, para 8,0 t. Como resultado da fraca estrutura fabril e do alegado estoque insuficiente de componentes, a produção inicial foi muito reduzida (13 unidades em 1969, 37 em 1970 – cerca de 10% do que fornecia cada uma das grandes Clark, Hyster e Yale). Ainda assim, a empresa não deixou de investir no desenvolvimento de novos equipamentos e, em 1971, além de lançar um modelo de três toneladas a diesel (MWM de 52 cv) e de projetar outro, com 2,5 t a gasolina, buscou na Alemanha tecnologia para a introdução de transmissão automática nas suas máquinas. Em 1971 a Marcoplan construiu o primeiro guindaste florestal gaúcho, projetado a partir de um modelo finlandês Valmet. No início do ano seguinte iniciou a fabricação em série do modelo guindaste MP-31806, montado em tratores ou caminhões, com giro de 360o, capacidade para 3,3 t e alcance horizontal de 6,0 m e vertical de 4,0 m. O equipamento podia receber grande variedade de acessórios, entre os quais garfos para paletes, garras para toras e caçambas. No mesmo ano a empresa passou a oferecer lâminas frontais e centrais para tratores agrícolas; de acionamento hidráulico, eram montadas em chassi próprio adaptável a diversas marcas de tratores. A seguir lançou mais dois guindastes embarcados, para 1,3 e 4,0 t, e duas novas empilhadeiras, para 4,0 e 5,0 t (MP-4 e 5), com motor MWM de 52 cv e 56 cv. Em 1972 a Marcoplan se transformou em Sociedade Anônima e dois anos depois deu início à construção de nova fábrica. No final do ano seguinte a empresa alcançaria a marca de 150 empilhadeiras e 400 guindastes produzidos. Em 1975 introduziu em linha três novas empilhadeiras – duas versões mais leves, com capacidade para 1,0 e 1,5 t (Marcoplan Júnior, com motor diesel Agrale refrigerado a ar de 16 cv ou VW 1300 a gasolina ou GLP), e uma para 10,0 t (MP-10, a mais pesada do país), com elevação de até 6,0 m e quatro opções de motor – três a diesel (Mercedes-Benz de 110 cv, Perkins e MWM de 114 cv) e um a gasolina, sob encomenda (Chevrolet de 152 cv). Também passou a equipar parte de suas máquinas com transmissão hidrostática – mais um de seus pioneirismos. Além dos gastos com o desenvolvimento de produtos, a Marcoplan teve que realizar grande esforço financeiro para estruturar a planta e aumentar a capacidade de produção. Os investimentos realizados se refletiram positivamente nas vendas (que cresceram de 48 unidades, em 1974, para 89 no ano seguinte e 154, em 1976), porém endividaram em excesso a empresa, situação agravada pela crise geral do setor, iniciada em meados de 1975. Em abril de 1977 85% do controle foi repassado para a Madal, que a partir daí passou a produzir as empilhadeiras e os guindastes com a sua marca. Ao ser vendida, a Marcoplan tinha prontos seus dois primeiros guindastes autopropelidos, com capacidade para 7,0 e 9,0 t e motor Perkins de 114 cv, imediatamente lançados pela Madal em maio de 1977.


Fonte das informações: Site Lexicar Brasil


 


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José Roberto Waikamp
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